ÁFRICA - MAPAS HISTÓRICOS DA ÁFRICA

África - Mapas Históricos da África 

A África é o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e da América) com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta. É o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) com mais de um bilhão de pessoas (estimativa para 2015 Apesar disso existem alguns países com um padrão de vida razoável, mas não existe nenhum país realmente desenvolvido na África. A Líbia, Maurício a e Seycheles têm uma boa qualidade de vida. Ainda há outros países africanos com qualidade de vida e índices de desenvolvimento razoáveis, como a maior economia africana, a África do Sul e outros países como Marrocos, Argélia, Tunísia, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

A África costuma ser regionalizada de duas formas, a primeira forma, que valoriza a localização dos países e os dividem em cinco grupos, que são a África setentrional, a África Ocidental, a África central, a África Oriental e a África meridional. A segunda regionalização desse continente, que vem sendo muito utilizada, usa critérios étnicos e culturais (religião e etnias predominantes em cada região), é dividida em dois grandes grupos, a África Branca ou setentrional formado pelos oito países da África do norte, mais a Mauritânia e o Saara Ocidental, e a África Negra ou subsaariana formada pelos outros 44 países do continente.


ÁFRICA - MAPAS HISTÓRICOS DA ÁFRICA

MONTENEGRO, ASPECTOS GEOGRÁFICOS E HISTÓRICOS DE MONTENEGRO

MONTENEGRO, ASPECTOS GEOGRÁFICOS E HISTÓRICOS DE MONTENEGROMontenegro, Aspectos Geográficos e Históricos de Montenegro

Montenegro (em servo-croata Crna Gora ou Црна Гора, literalmente "montanha negra") é uma pequena e montanhosa república situada nos Balcãs, no Sudeste da Europa, fazendo fronteira com o Mar Adriático a Sudoeste, com a Albânia e o Kosovo a Sudeste, com a Bósnia e Herzegovina e uma pequena fronteira com a Croácia a Oeste, e com a Sérvia a Norte. A sua capital é a cidade de Podgorica.

Entre 1945 e 1991 e desde então até 2003 foi uma das repúblicas constituintes da República Socialista da Jugoslávia e da República Federal da Jugoslávia, respectivamente; desde então e até Junho de 2006, foi uma das duas repúblicas que integraram o Estado da Sérvia e Montenegro.

Em 21 de Maio de 2006 realizou-se um referendo para determinar a vontade do povo de se tornar independente ou de manter a união com a Sérvia. Os resultados indicaram que 55.5% dos eleitores haviam escolhido a independência, poucos décimos acima dos 55% requeridos pelo referendo. Em 3 de Junho de 2006 o parlamento montenegrino declarou oficialmente a independência do novo país, mas só obteve aceitação da ONU dia 28 de Junho.

Atualmente, Montenegro está em pré-negociação para entrar na União Europeia.

História de Montenegro

Durante muito tempo, o Montenegro constituiu um principado autónomo face ao poder hegemónico que o Império Otomano exercia nos Balcãs. A sua independência foi formalmente reconhecida pelo Tratado de Berlim de 1878 (que também reconheceu a independência da Bulgária, da Roménia e da vizinha Sérvia).

Em 1910, o príncipe Nicolau proclamou-se rei. No entanto, o reino do Montenegro existiu durante apenas oito anos. Com o fim da Primeira Guerra Mundial, em 1918, o Montenegro foi integrado no Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos (não havendo no nome do estado qualquer referência aos montenegrinos, assim como aos bósnios ou aos macedónios), o qual se tornou em 1929 o reino da Jugoslávia.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os guerrilheiros de Tito procuraram refúgio nas suas montanhas, e quando em 1944 a região foi libertada, o Montenegro tornou-se uma das seis repúblicas constituintes da República Socialista da Jugoslávia. Com o fim desta entidade no início da década de 90, quatro das repúblicas secederam e tornaram-se independentes; somente a Sérvia e o Montenegro lhe deram continuidade, formando a nova República Federal da Jugoslávia, governada por Slobodan Milošević, e com um grande predomínio da entidade sérvia dentro da federação.

Em 1992, no último referendo ocorrido para discutir a união com a Sérvia, cerca de 96% dos votos foram favoráveis a essa alternativa, ainda que apenas 66% da população tenha ido às urnas (as minorias muçulmana e católica, assim como alguns montenegrinos que não se reviam nessa união, boicotaram o referendo). De notar também que as condições de voto eram desiguais e injustas, tendo havido mesmo pessoas que votaram nas ruas. No entanto, desde então muitas coisas mudaram, e hoje a cena política montenegrina é significativamente diferente.

Bandeira de MontenegroDesde 1996 que o governo de Milo Đukanović isolou de facto o Montenegro da Sérvia (então sob o governo de Slobodan Milošević) em vários aspectos. O Montenegro desenvolveu uma política económica independente da sérvia, e trocou o dinar pelo marco alemão; actualmente, usa como moeda o euro, ainda que a república não esteja integrada nem na União Europeia nem na Eurolândia.

O governo montenegrino tem vindo desde então a desenvolver uma política predominantemente pró-independentista. No entanto, sucessivos referendos acerca dessa matéria foram adiados, pelo que muitos apoiantes da independência começaram a perder a esperança na sua causa.

Em 2002 a Sérvia e o Montenegro assinaram um novo acordo no tocante à cooperação dentro da federação. No ano seguinte, com o patrocínio da União Europeia, o país Jugoslávia desapareceu formalmente dos mapas e deu lugar a um nova entidade chamada Sérvia e Montenegro, com o projeto de o Montenegro realizar um referendo sobre a independência até 2006.

O governo de Đukanović; tem entretanto estado sob intensa pressão, devido a escândalos envolvendo, designadamente, o tráfico de mulheres moldavas. O Escândalo Moldavo, como foi chamado na mídia montenegrina, envolveu mesmo altas figuras da República, como Zoran Piperovic.

Independência de Montenegro

Em 12 de Julho de 2004, o parlamento montenegrino adoptou uma nova bandeira, hino e dia nacional, como parte do programa de crescente independentização face à Sérvia. A nova bandeira é idêntica à do antigo Reino do Montenegro, vermelha com uma bordadura de amarelo, e carregada ao centro com as armas de Nicolau I (diferindo desta apenas pela inexistência do monograma NI, das inicias do nome do soberano, presentes no antigo brasão de armas).

O 13 de Julho foi decretado o dia nacional , para comemorar o preciso dia em que, pelo Tratado de Berlim, o Montenegro foi reconhecido como o 27.º Estado independente do Mundo.

O parlamento escolheu também o popular Oj, svijetla majska zoro (Oh, brilhante alvorecer de Maio) como hino nacional montenegrino.

O Montenegro realizou um referendo no dia 21 de Maio de 2006 para determinar se se tornaria um estado independente ou se continuaria a fazer parte da actual união com a Sérvia. A independência do Montenegro saiu vencedora por 55,5% dos votos, 0,5% acima do limite mínimo exigido pela União Europeia para reconhecer o novo estado.

No dia 3 de junho de 2006, Montenegro declarou sua independência à Sérvia, e no dia 5 de junho, a Sérvia declarou independência, pondo fim ao ex-estado europeu da Sérvia e Montenegro.

O pequeno Estado balcânico do Montenegro tornou-se no dia 28 de Junho de 2006 o 192º país-membro da ONU (Organização das Nações Unidas), menos de um mês depois de ter proclamado sua independência.
A independência do Montenegro foi reconhecida pela União Europeia, Estados Unidos, China, Rússia e outros países.

Geografia de Montenegro

Montenegro é uma pequena e montanhosa república situada nos Balcãs, no Sudeste da Europa, fazendo fronteira com o Mar Adriático a Sudoeste, com a Albânia e o Kosovo a Sudeste, com a Bósnia e Herzegovina e uma pequena fronteira com a Croácia a Oeste, e com a Sérvia a Norte. A sua capital é a cidade de Podgorica.

O relevo montenegrino varia de altos picos montanhosos nas fronteiras com Albânia e Sérvia, passando por segmentos de Carste no Oeste da Península Balcânica, até uma estreita faixa plana no litoral. A parte plana transforma-se abruptamente nas montanhas presentes à beira da Baía de Kotor como o Monte Lovćen e o Monte Orjen.

A principal região de Carste em Montenegro alcança em média elevações de 1.000 metros acima da linha do nível do mar; entretanto, em algumas partes, chegam bem próximos de 2.000 metros, como o Monte Orjen (1.894 m), o maior maciço entre a cadeia de montanhas da costa montenegrina. O vale do Rio Zeta, possui o mais baixo segmento, alcançando cerca de 500 metros.

As montanhas de Montenegro incluem algumas das áreas mais acidentadas na Europa. Elas possuem média superior a 2.000 metros em elevação. Um dos cumes mais carcterísticos é o Bobotov Kuk nas montanhas Durmitor, cuja altura chega a 2.522 metros. A cadeia de montanhas dessa região foi uma das mais erodidas na Península Balkanica durante o último período glacial.

Demografia

Abaixo seguem informações sobre a demografia de Montenegro.
Composição étnica segundo o censo de 2011:
• montenegrinos: 267,669 (43.16%)
• sérvios: 198,414 (31.99%)
• bósnios: 48,184 (7.77%)
• albaneses: 31,163 (5.03%)
• muçulmanos: 24,625 (3.97%)
• croatas: 6,811 (1.10%)
• ciganos: 2,601 (0.42%)

O estatuto dos montenegrinos enquanto grupo étnico diferenciado dos sérvios é matéria de controvérsia entre os especialistas.

De acordo com a Constituição de Montenegro, a língua oficial é o sérvio, na forma ijekavian. Segundo o censo de 2003, mais de 60% da população afirmava usar o sérvio como língua materna, enquanto que apenas 21,53% declarou o montenegrino. Os dialectos usados são iguais, e muito semelhantes aos que os sérvios usam na Bósnia e Herzegovina.

Religião

Quanto à religião, em 2003, aquando dos censos realizados, 77,7% dos montenegrinos declararam-se cristãos, na sua maioria seguidores da Igreja Ortodoxa (74,2%), segue-se a comunidade muçulmana (17,7%) e os seguidores da Igreja Católica Romana (3,5%). Outras religiões são seguidas por 0,6% da população, 1% declaram-se ateus e a religião de 3% da população do Montenegro é desconhecida.

Resumindo, os maiores grupos religiosos do país são:
• Igreja Ortodoxa - 460,383 (74.24%)
• Islão - 110,034 (17.74%)
• Igreja Católica Romana - 21,972 (3.54%)

Economia

Apesar de não pertencer à União Europeia, o Montenegro resolveu adotar o Euro como moeda após sua independência, em 2006. Durante o domínio iugoslavo, o país experimentou uma rápida urbanização e industrialização, apoiada na geração de energia hidrelétrica, na mineração (alumínio, carvão etc.), na indústria florestal e na indústria têxtil. A isto somou-se a industrialização de cigarros e ao turismo, em fins da década de 1980. Montenegro ainda não tem uma unidade monetária definida. A introdução do euro foi priorizada em 2002 e o Marco alemão foi a moeda de facto em todas as transações privadas e bancos.

Turismo em Montenegro

Montenegro tem como uma de suas principais atividades econômicas atuais, o turismo. Pelas suas costas pitorescas, suas regiões montanhosas exuberantes e por sua excelente posição estratégica em plenos Bálcãs, Montenegro é um destino altamente procurado pelos turistas no Leste Europeu. Durante o regime em que o país estava sob domínio iugoslavo, principalmente nos anos oitenta, o turismo no país passou a ser investido e essa área cresceu rapidamente no setor financeiro. A belíssima e incrível cidade de Kotor, as bocas de Cattaro e a preservada cidade histórica de Budva são os destaques do país na região da costa norte. Na região da costa sul, vale a pena visitar a cidadezinha de Ulcinj, a magnífica cidade de Bar e o exburante Lago Escútare. Na região central, seus pontos turísticos mais surpreendentes são: o Monastério de Ostrog, a cidade histórica de Cetinje e o monte Lovćen, uma formidável montanha. E, finalmente, na região norte, o parque nacional de Durmitor e a floresta exuberante de Biogradska Gora são seus destaques principais.

Bijelo Polje

Bijelo Polje
Bijelo Polje

Herceg Novi

Herceg Novi

Herceg Novi

Nikšić

Nikšić
Nikšić

Pljevlja

Pljevlja

Pljevlja

 Podgorica, Capital de Montenegro

Podgorica, Capital de Montenegro

SANTO ANTÔNIO DO PARAÍSO - PR



SANTO ANTÔNIO DO PARAÍSO - PR Santo Antônio do Paraíso - PR

Foi nos idos de 1936 que se instalaram as primeiras famílias nesse hoje valoroso município, atraído pela fertilidade de seu solo, próprio à cultura de café e cereais. Iniciou o povoamento daquelas terras, pelas sucessivas imigrações de todos os quadrantes deste Estado e de outra federação.

As primeiras famílias a chegar naquele rincão foram as dos Srs. SEBASTIAO ALVES E PEDRO VEIGA, procedentes de Ibaiti e Pirai do Sul, deste Estado, depois chegaram às famílias de SALVADOR DIAS MACHADO e FRANCISCO DIAS, vindas de Soledade RIO GRANDE DO SUL, posteriormente, procedentes de Uruês, Estado de São Paulo, chegaram DIOGO NAVARRO e sua família.

Logo que os pioneiros aqui chegaram trataram de dar um nome ao povoado e passaram a chamá-lo de “Patrimônio do Dez", visto ter 10 quilômetros até a estrada que liga Nova Fátima a Congonhinhas. Em seguida, o povoado passou a ser conhecido como "Santo Antonio do Pary", por possuir um manancial aquático com este nome.
Quatorze anos depois ou em 1950, deu-se inicio as medições de terras executadas pelo Engenheiro Dr. ELIAS DANHER e o Agrimensor Sr. EUGENIO MACHADO DE ALMEIDA. Dai surgiu o povoado onde se situa a sede do Município com a denominação de “PATRIMONIO DO DEZ” As terras da cidade de Santo Antonio do Paraíso, foram adquiridas por compras pelo Sr. JOAO CARNEIRO GIRALDES e de GEREMIAS LUNARDELLI S/A, e MIGUEL QUEIROZ e sua mulher, cabendo a iniciativa de divisão de chácaras e datas, as quais vendidas deram ensejo a diversas casas aqui construídas que já formou o inicio do povoado, inclusive foi construída a capela dedicada a SANTO ANTONIO. Criado o Distrito Administrativo e Judiciário pela Lei 1573 de 14 de dezembro de 1953, com a Denominação de SANTO ANTONIO DO PARY.

ELEVAÇAO A MUNICÍPIO

A historia de Santo Antonio do Paraíso está intimamente ligada à de São Jerônimo da Serra, dele se desmembrando somente em 1954. São Jerônimo da Serra foi fundada em 1.854, com a finalidade de catequizar os índios Caingangues que habitavam a região. A direção do aldeamento, que recebeu o nome de aldeamento de SANTO TOMAS DE PAPANDUVA, foi entregue ao sertanista JOAQUIM FRANCISCO LOPES, que foi substituído em 1.867 por Frei Luiz de Cemitille

Conforme a Lei n.1542 de 14/11/1954, Santo Antonio do Pary, como era denominado, foi elevada a categoria de Distrito pertencente ao Município de São Jerônimo da Serra, a 25/07/1960, com a Lei no 4.245, foi elevado a Município, desmenbrado-se do Município de origem. A partir de 12/05/64, com a Lei nº 4.865, passou a chamar-se definitivamente SANTO ANTONIO DO PARAÍSO, sendo instalado oficialmente no dia 29/10/61.

Instalou-se o Cartório de Registro Civil e Anexos em 1953, sendo seu primeiro Titular o Sr. OSCAR DE MENEZES VIERA, ao qual sucedeu o Sr. OSWALDO ALCANTARA FERREIRA.

Desmembrado do Município de São Jerônimo da Serra pela Lei nº 4.245, de 25/07/1960 e instalado em 10 de setembro de 1960, sendo seu Primeiro Prefeito o Sr. OSCAR MENEZES VIEIRA (Decreto 31 361 de 10 de agosto de 1960), o qual exerceu a função de Prefeito ate 30 de novembro de 1960, sucedendo-lhe o Sr. SALOMÃO BONIFACIO, ERNESTO DIAS RIBEIRO E JOAO MARIA BUENO.

Com o advento das eleições foi eleito em 03 de outubro de 1961 o Sr. ALCIDES ALEIXO DE OLIVEIRA, instalou-se no mesmo ano a Coletoria Estadual, sendo seu primeiro titular o Sr. REDUCINO SOARES DE CAMARGO. Em 1964 passou a cidade de Santo Antonio do Paraíso a denominar-se com a designação atual pela Lei 4.868 de 12 de maio.
Em 29 de Outubro de 1961, foi instalado oficialmente o Município de Santo Antonio do Paraíso, com a posse do primeiro Prefeito eleito pelo Voto Popular, o Sr. ALCIDES ALEIXO DE OLIVEIRA.

Possuem o Município dois núcleos urbanos: o da sede Municipal e Vila São Judas Tadeu (Ex-Aviação), originário esse nome do fato de ali ter sido instalado um pequeno campo pouso de em 1953, pelo proprietário das terras o Sr. ROMAO POLLY.

São Judas Tadeu foi elevado à categoria de Vila pela Lei no 4.964, de 18/11/1964 e instalado no Cartório de registro Civil em 12 de abril de 1965, sendo seu primeiro titular o Sr. SUZA DA SILVA FRANÇA.

Santo Antonio do Paraíso possui localização espetacular.

Santo Antonio do Paraíso fica às margens da Rodovia asfáltica PR-218. Pertencendo a Comarca de Congonhinhas, possui 01 Distrito Administrativo - São Judas Tadeu.

Localizado no Norte do Paraná, 680 metros acima do nível do mar.

PADROEIRO: Santo Antonio (13/06)

DATA DE COMEMORAÇAO: 25 DE JULHO

LIMITES:

NORTE: Nova Fátima

SUL: São Jerônimo da Serra

LESTE: Congonhinhas

OESTE: Santa Cecília do Pavão e São Sebastião da Amoreira.

SOLO: Terra Roxa

DISTANCIA A CAPITAL DA SEDE MUNICIPAL: 460 kM

Aos Habitantes do Município dá o nome de "SANTOANTONIENSE"

BELIZE, NAÇÃO DA AMÉRICA CENTRAL


Belize, Nação da América Central


A antiga Honduras Britânica reúne uma série de particularidades: é o menor país do istmo centro-americano, o único que não é banhado pelo oceano Pacífico e o único de idioma e cultura inglesa.

Situado na parte meridional da península de Yucatán, Belize constitui uma estreita faixa de terra, com 22.965km2 de superfície, limitada ao norte pelo México, ao sul e a oeste pela Guatemala e a leste pelo mar do Caribe.

Geografia física

De relevo em geral pouco acidentado, Belize conta com vários conjuntos morfológicos bem individualizados. Sua porção meridional é formada por um platô circundado por estreita planície costeira: a metade setentrional compõe-se de terras baixas e onduladas. No sul e no centro, na direção sudoeste-nordeste, se estende um maciço primário, muito desgastado, formado por rochas duras e cristalinas, graníticas. Destacam-se nesse maciço os montes Maya, com os picos Victoria (1.112m) e Cockscomb (mil metros). Ao norte, um conjunto de colinas baixas, entre as quais se intercalam pequenas lagoas, é formado por terrenos calcários sedimentados na era terciária. Um terceiro conjunto geomorfológico é a planície costeira, pantanosa e coberta de manguezais, que vai se estreitando desde a baía de Chetumal, ao norte, até a de Amatique, ao sul. Essa planície é delimitada por ilhas arenosas, comuns no mar das Antilhas, e recifes de corais de grandes dimensões que dificultam o acesso marítimo às praias.

Belize possui clima subtropical, determinado pelos ventos alísios que sopram do nordeste e por sua característica de país costeiro. A temperatura média anual é de 26o C. As chuvas são abundantes e se concentram no verão e no outono (de junho a novembro). Não há estação seca. Ciclones às vezes assolam as regiões costeiras. A vegetação é densa e as florestas cobrem quase a metade do país.
Belmopan, a capital do Belize
Belmopan, a capital do Belize

População

Belize é um mosaico de etnias, resultado da mistura racial ocorrida durante a época colonial. A população negra, procedente em sua maior parte das Antilhas e que serviu como mão-de-obra escrava nos tempos da colonização, constitui hoje mais de um terço do total. É seguida de perto pela população mulata e mestiça. Os índios, descendentes dos maias das montanhas de sudoeste e dos caribes antilhanos, são muito pouco representados no conjunto populacional, tal como os brancos. No entanto, apesar de pouco numerosos são estes últimos que continuam dirigindo a vida econômica e política do país. Em 2013 a população de Belize estava estimada em 290 mil habitantes.

A distribuição da população é muito desigual; uma terça parte se concentra em Belize, a antiga capital, que perdeu essa função após ser gravemente atingida por um furacão em 1961. Desde 1970, Belmopan, cidade nova, construída a oitenta quilômetros da costa, é a capital do país, embora Belize continue a ser o principal porto e centro comercial do país. O idioma oficial é o inglês, mas fala-se também o espanhol. Os índios conservam seus idiomas. 

Economia

A principal atividade econômica é a agricultura, de dois tipos claramente diferenciados: de um lado se pratica uma agricultura muito rudimentar e tradicional de subsistência, concentrada na produção de milho, arroz e legumes; paralelamente, a utilização de técnicas modernas (drenagem do solo) e a introdução de novos cultivos (cana-de-açúcar, laranja e banana) permitiram o desenvolvimento de uma agricultura comercial orientada para o exterior, responsável por mais de dois terços do valor total das exportações.

Bandeira do BelizeA exploração de recursos florestais, de longa tradição no país, deixou de ser sua base econômica mas continua a contribuir com madeiras e derivados de grande qualidade, muito apreciados no mercado internacional: cedro, mogno, plantas para tinturas e látex. A pesca desempenha um papel fundamental na alimentação local e há exportação de lagosta, fresca ou em conserva. A criação de gado completa as atividades do setor primário.

As principais indústrias de transformação são as de sucos de frutas, açúcar e álcool, resinas, goma de mascar e conservas. Todos os produtos destinam-se ao mercado externo, principalmente Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e Jamaica. A produção é escoada pelos portos de Belize e Stann Creek. Os sistemas rodoviário e ferroviário são pouco desenvolvidos, por causa das dificuldades de se construir estradas em meio a florestas. A balança comercial é deficitária e o país importa combustíveis, máquinas e alimentos. 

História do Belize

O atual território de Belize fez parte do império maia, entre 300 a.C. e 900 de nossa era. Cristóvão Colombo chegou a seu litoral em 1502, e na segunda metade do século XVI o território foi incluído no Vice-Reinado de Nova Espanha. Os colonos espanhóis mostraram pouco interesse pela região, alvo de constantes incursões de piratas ingleses interessados em vários tipos de madeira para a extração de tinta. Por volta de 1630, colonos ingleses procedentes da Jamaica se instalaram na desembocadura dos rios Belize e Hondo, atraídos pela riqueza florestal do território. Em 1713, através do Tratado de Utrecht, a Espanha reconheceu as feitorias que haviam sido estabelecidas na costa e permitiu aos ingleses fundar novas. Teve início assim o processo de concessões territoriais e jurídicas por parte da coroa espanhola à britânica. Os colonos ingleses, após inúmeros conflitos com a população hispânica que habitava a região, foram ampliando seu domínio em direção ao sul, até alcançar o rio Sarstun. Em 1780, a coroa britânica estabeleceu no território um magistrado residente, subordinado ao governador da Jamaica.

Belmopan
Belmopan
Quando, a partir de 1821, a América Central começou a se livrar do domínio espanhol, os novos estados do México e Guatemala reivindicaram o território de Belize. Após várias negociações o território foi formalmente declarado colônia britânica em 1862 e ficou subordinado ao governador da Jamaica até 1884, quando se tornou uma colônia separada.

Periodicamente reivindicado pela Guatemala, o território tornou-se independente a partir de 21 de setembro de 1981. Sua constituição, que entrou em vigor no dia seguinte, estipula que a chefia do estado cabe ao soberano britânico, que delega sua autoridade a um governador-geral. Entretanto, esse cargo é meramente simbólico, pois Belize faz parte da Comunidade Britânica de Nações. O poder é exercido pelo executivo e o legislativo, este representado por duas câmaras.

Sociedade e cultura. O governo de Belize criou um amplo sistema de previdência social e proporcionou aos cidadãos serviço médico gratuito. Os principais problemas sanitários são as enfermidades gastrointestinais, decorrentes da poluição da água. A educação é obrigatória de seis a 14 anos. Os principais credos religiosos são o católico, o anglicano e o metodista.

O Instituto Baron Bliss, na capital, conserva uma importante coleção de antiguidades maias.

Litígio com a Guatemala – As fronteiras com a Guatemala são delimitadas por um tratado de 1859, mas a disputa arrasta-se por todo o século XX. O país vizinho reivindica parte do território de Belize. A mediação dos Estados Unidos (EUA) é rejeitada em 1968 pela Guatemala e pelo Reino Unido, que nos anos 1970 envia tropas para proteger Belize da ameaça de invasão. Em 1990, o país condiciona a redução de seus limites marítimos ao reconhecimento de sua soberania por parte dos guatemaltecos. A Guatemala reconhece a independência de Belize apenas no ano seguinte e, em 1994, reafirma sua pretensão territorial. Em 2000, os dois países firmam acordo para o patrulhamento conjunto da fronteira.

Em 2002, Belize e Guatemala chegam a um acordo sobre as fronteiras, mas o texto ainda deve passar por referendo nos dois países. Nas eleições de março de 2003, o governista PUP obtém 22 das 29 cadeiras da Casa dos Representantes. A Justiça da Comunidade Britânica rejeita, em janeiro de 2004, ação de ambientalistas contra a construção da represa de Chalillo.

AS 25 MAIORES E MAIS POPULOSAS CIDADES DA REGIÃO SUL DO BRASIL

As 25 Maiores e mais Populosas Cidades da Região Sul do Brasil

1- Curitiba (PR): 1.900.000

2- Porto Alegre (RS): 1.500.000

3- Joinville (SC): 560.000

4- Londrina (PR): 560.000

5- Caxias do Sul (RS): 495.000

6- Florianópolis (SC): 470.000

7- Maringá (PR): 420.000

8- Pelotas (RS): 360.000

9- Canoas (RS): 355.000

10- Ponta Grossa (PR): 350.000

11- Blumenau (SC): 340.000

12- Cascavel (PR): 330.000

13- São José dos Pinhais (PR): 320.000

14- Santa Maria (RS): 290.000

15- Gravataí (RS): 280.000

16- Foz do Iguaçu (PR): 270.000

17- Viamão (RS): 265.000

18- Novo Hamburgo (RS): 360.000

19- Colombo (PR): 240.000

20- São Leopoldo (RS): 240.000

21- São José (SC): 235.000

22- Rio Grande (RS): 220.000

23- Criciúma (SC): 215.000

24- Chapecó (SC): 210.000

25- Itajaí (SC): 205.000

1- Curitiba (PR): 1.900.000
1- Curitiba (PR): 1.900.000
2- Porto Alegre (RS): 1.500.000
2- Porto Alegre (RS): 1.500.000
3- Joinville (SC): 560.000
3- Joinville (SC): 560.000
4- Londrina (PR): 560.000
4- Londrina (PR): 560.000
5- Caxias do Sul (RS): 495.000
5- Caxias do Sul (RS): 495.000
6- Florianópolis (SC): 470.000
6- Florianópolis (SC): 470.000
7- Maringá (PR): 420.000
7- Maringá (PR): 420.000
8- Pelotas (RS): 360.000
8- Pelotas (RS): 360.000
9- Canoas (RS): 355.000
9- Canoas (RS): 355.000
10- Ponta Grossa (PR): 350.000
10- Ponta Grossa (PR): 350.000
11- Blumenau (SC): 340.000
11- Blumenau (SC): 340.000
12- Cascavel (PR): 330.000
12- Cascavel (PR): 330.000
13- São José dos Pinhais (PR): 320.000
13- São José dos Pinhais (PR): 320.000
14- Santa Maria (RS): 290.000
14- Santa Maria (RS): 290.000
15- Gravataí (RS): 280.000
15- Gravataí (RS): 280.000
16- Foz do Iguaçu (PR): 270.000
16- Foz do Iguaçu (PR): 270.000
17- Viamão (RS): 265.000
17- Viamão (RS): 265.000
18- Novo Hamburgo (RS): 360.000
18- Novo Hamburgo (RS): 360.000
19- Colombo (PR): 240.000
19- Colombo (PR): 240.000
20- São Leopoldo (RS): 240.000
20- São Leopoldo (RS): 240.000
21- São José (SC): 235.000
21- São José (SC): 235.000
22- Rio Grande (RS): 220.000
22- Rio Grande (RS): 220.000
23- Criciúma (SC): 215.000
23- Criciúma (SC): 215.000
24- Chapecó (SC): 210.000
24- Chapecó (SC): 210.000
25- Itajaí (SC): 205.000
25- Itajaí (SC): 205.000

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